quarta-feira, 31 de agosto de 2011

BNDES aprova financiamento de R$ 400 milhões para obras no Mineirão

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, nesta terça-feira (30), um financiamento de R$ 400 milhões para a reforma do Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão. O objetivo das obras é adequar o estádio para receber os jogos da Copa do Mundo de 2014. A linha de crédito será usada pelo consórcio Minas Arena, responsável pela reforma.

De acordo com a Secretaria de Estado Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa), ao todo, a reforma do estádio deve custar cerca de R$ 665 milhões. As obras no local estão na terceira e última etapa. A Secopa informou que, atualmente, mais de mil operários trabalham na reforma do Mineirão.

Após a reinauguração, o crédito do BNDES será repassado à administração do estádio, sob responsabilidade do consórcio Minas Arena pelo prazo de 25 anos. A estimativa é que o Mineirão fique pronto em dezembro de 2012.

sábado, 6 de agosto de 2011

Perrella admite interesse do Cruzeiro em contratar Fred

Mandatário celeste disse que vai procurar a diretoria do Fluminense para se interar da situação do atacante


Toninho Almada
Zezé Perrela
Mandatário vai procurar a diretoria do Flu para saber da situação do atacante


O presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella, admitiu que vai procurar os dirigentes Fluminense para se interar da situação do atacante Fred e tentar uma possível contração. A declaração foi dada na tarde desta sexta-feira (5) durante entrevista coletiva para falar do momento político do clube.

O mandatário celeste esclareceu ainda que, caso haja interesse do Fluminense em negociar o atacante, o clube irá tentar parcerias para viabilizar o negócio.

“Saiu essa notícia em jornal do Rio, mas ninguém do Fluminense ligou para o Cruzeiro. Se a contratação for factível, vamos analisar. Mas ele tem hoje um dos maiores salários do Brasil. Não vou cometer irresponsabilidade, ainda mais na hora de sair. Não vou cometer loucura”, explicou Perrella.

Perrella lembrou ainda que o último contato que o Cruzeiro fez com o Fluminense, o clube não estava disposto a liberar Fred.

"Se for só salário, dá para fazer composição. Naquela situação, eram 8 milhões para liberar. Se o Fluminense anunciou que tem interesse em colocar o jogador aqui, vou ligar para saber se tem fundamento ou não. Fiquei sabendo através do jornal, ninguém procurou. De repente, se eles pagarem parte dos salários...”, afirmou o mandatário da Raposa.

A situação de Fred no Fluminense está tensa. O atacante, que tem apenas seis jogos pelo clube no Brasileirão, pediu para não jogar nesta quinta-feira (4) contra o Inter, alegando estar abalado psicologicamente por conta de ameaças feitas por torcedores do clube no início da semana. Ele, inclusive, não vai enfrentar o América, deixando seu futuro em aberto.

Eleição em outubro

Zezé Perrella anunciou que desistiu de concorrer à reeleição no pleito de outubro. Ele alegou dificuldade em compatibilizar o cargo de senador com a presidência do clube, negando que sua decisão tenha acontecido por causa das manifestações dos torcedores insatisfeitos com o desempenho do time no Campeonato Brasileiro.

”Dizer que é agradável, não é. Mas não tem peso, a grande manifestação que teve na porta (da sede) teve 19 pessoas. Essa turminha do estádio são 500 torcedores no máximo. Agora é deselegante, principalmente para os meus filhos escutarem isso”, disse.

Perrella indicou seu candidato à presidência, seu atual vice-presidente Gilvan de Pinho Tavares (com meio de século de vida dedicada ao clube). A chapa está completa com os dois vice-presidentes José Maria Queiroz e Márcio Rodrigues Silva, que até pouco tempo era da oposição à atual administração. A eleição está marcada para a primeira quinzena de outubro.

Mandatário assumiu pela primeira vez a presidência do Cruzeiro em 1995. Ficou à frente do clube por três mandatos, até 2002. Deixou o cargo para seu irmão Alvimar e se dedicou à vida política. Voltou em 2009, para um mandato de três anos, que se encerra no final de 2011. Com o falecimento do ex-presidente Itamar Franco, Perrella, que era primeiro suplente de senador, assumiu uma cadeira mineira no Senado, pelo PDT.

"Dediquei 19 anos da vida ao Clube. Meu papel está cumprido. Tenho certeza que vai entrar o Gilvan e vai dar continuidade ao crescimento do Cruzeiro", disse Perrella, já em campanha para seu sucessor.



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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Garota de 16 anos é suspeita de matar colega de 12 em jogo de futebol (Postado por Erick Oliveira)

Uma adolescente de 16 anos é suspeita de matar um colega de 12 anos durante um jogo de futebol em Montes Claros, na Região Norte de Minas Gerais, na noite desta terça-feira (2). De acordo com a Polícia Militar (PM), a garota teria enfiado um espeto no peito do menino durante uma briga.

Ainda de acordo com a polícia, testemunhas disseram que a adolescente teria derrubado uma garrafa que demarcava a área do gol. Por causa disto, os garotos que jogavam futebol na rua teriam a agredido, segundo a polícia. Durante a confusão, a jovem teria agredido o garoto com o espeto. A vítima chegou a ser atendida pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos.A adolescente foi apreendida e liberada em seguida por orientação da promotoria pública, já que em Montes Claros não há abrigo para menores infratoras. A delegada responsável pelo caso informou que vai encaminhar o processo novamente à promotoria e tentar um abrigo para a adolescente em outra cidade do estado.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

"The Thre in One Post (Um jornal tríplice): Google News, Edson Paim Notícias e o Diário "Hoje em Dia", em um só Blog

The Thre in One Post é a designação de uma trinca de Sites, neste caso, constituída pela agência noticiosa "Google News", por "Edson Paim Notícias" e pelo Jornal "Hoje em Dia", os quais o leitor pode acessar através de Links contidos neste Blog, um dos 600 do Painel do Paim



Estes sites estarão sempre atualizados, de modo automático, pelos titulares dos referidos sites, independentemente da data que apareça no frontispício desta postagem, o que pode ocorrer, inclusive nos momentos em que você os acessa ou esteja lendo. 

 Para você ler as notícias que são postadas nos últimos instantes, pelo Google News, por Edson Paim Notícias e pelo  Jornal ""Hoje em Dia", basta clicar nos seguintes LINKs:

sexta-feira, 29 de julho de 2011

' É o meu xodó', diz mulher de MG com mamilo no calcanhar (Postado por Erick Oliveira)

Dayane Costa Felipe, de 24 anos, é estudante e, desde pequena, sabia que era diferente das outras pessoas de Teixeiras, na Região da Zona da Mata, em Minas Gerais. Ela nasceu com um mamilo no calcanhar direito. “É o meu xodó. Eu nasci com isso e toda a minha família já acostumou. As pessoas se assustam quando explico o que é”, disse.
Ela diz que sempre soube que tinha um mamilo no pé, mas só foi confirmar a notícia em novembro do ano passado. “Quando eu fiquei grávida, o mamilo inchou e fui ao médico. Ele me confirmou que era um tecido mamário, mas que parecia que não tinha glândula”, falou.
Desde pequena, Dayane está acostumada ao susto das pessoas quando elas descobrem o que ela tem, mas explica que algumas amigas já tiveram inveja dela. “Quando era mais nova, minhas duas vizinhas desenhavam um mamilo igual ao meu”, explicou.
Segundo a estudante, a melhor amiga aprontou um escândalo quando descobriu que não se tratava de uma pinta. “Ela [melhor amiga] começou a gritar meio sem entender o que era perguntando o que é isso”, disse.
De acordo com ela, a pedicure ficou anos sem perceber que aquilo não era um calo. “Quando eu contei para ela [pedicure] que era um mamilo, ela começou a chamar várias pessoas para ver. Essa é a reação das maiorias das pessoas, mas estou acostumada”, falou.
Dayane conta que um médico perguntou por que ela ainda não havia retirado o mamilo do calcanhar, já que isso poderia ser feito. E ela respondeu “por enquanto não deu problema e não vou tirar. É muito sensível, mas nunca me atrapalhou. Realmente vira um xodó. É igualzinho a um peito mesmo”, falou.
Avaliação médica
De acordo com a mastologista do Hospital das Clínicas da UFMG, Soraia Zhouri, o caso da terceira mama em regiões inferiores, como o calcanhar, é raríssimo.
“Casos dos chamados mamilos supranumerários são normais, mas nessa localização é bem incomum. Geralmente eles seguem a linha mamária dos mamíferos que vai desde a axila e desce até a pélvis. Essa alteração fora da linha mamária pode ter sido ocasionada por um desgarre de alguma célula dessa linha que se alojou em uma área incomum do corpo”, explica.
A especialista afirma que casos nas axilas, no tórax e no abdômen são mais comuns, e muitos nem sabem que possuem a anomalia.
“Algumas pessoas passam a vida inteira pensando que é uma pinta e só percebem que é um mamilo no período de lactação e na gravidez, pois a área aumenta e pode produzir leite”, diz Zhouri.
Ainda segundo a médica, o principal desconforto relatado pelos pacientes é o estético e, por isso, muitos optam em fazer uma cirurgia de retirada. A especialista alerta que a terceira mama exige os mesmo cuidados que as outras. “Ela tem que ser olhada e avaliada porque é uma glândula mamária e pode, em casos raros, ter um tumor. Ela não é de todo inocente e não deve ser esquecida”, conclui.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Mesorregiões de Minas Gerais


Vereadores de BH gastam 3.368 tanques de gasolina em 6 meses

O recurso permitiria encher o tanque de 3.368 carros populares com o preço médio da gasolina de R$ 2,57


No bolo dos questionamentos do Ministério Público em relação ao uso da verba indenizatória, os vereadores de Belo Horizonte gastaram quase R$ 500 mil apenas com combustível nos primeiros seis meses deste ano. Comparativo feito pelo Hoje em Dia mostra que com esse dinheiro seria possível encher o tanque de 3.368 carros populares com o preço médio da gasolina de R$ 2,57, ou então para um veículo dar mais de 54 voltas ao mundo. Apesar do número exorbitante, os vereadores garantem que estão agindo estritamente dentro da lei.

No total foram R$ 476.033,34, o que daria um gasto médio por vereador superior a 25 litros de combustível por dia. O gasto médio por vereador em atividade no período é de R$ 11.248, 07. Cada um possui dentro da chamada verba indenizatória um gasto autorizado de até R$ 3 mil por mês com combustível. Para justificar o valor, é preciso apenas apresentar notas que são analisadas pelo corpo técnico da Câmara. Os dados estão disponíveis no site oficial da Casa, no chamado Portal da Transparência. O dinheiro gasto com combustível nestes seis meses de 2011 pode ser ainda maior. Isso porque os gastos de cinco vereadores – Adriano Ventura (PT), Autair Gomes (PSC), Daniel Nepomuceno (PSB), João Oscar (PRP) e Pricila Teixeira (PTB) – não tiveram os gastos referentes ao mês de junho publicados.

CÂMARACada vereador possui dentro da chamada verba indenizatória um gasto autorizado de até R$ 3 mil por mês com combustível (Foto: Carlos Rhienck)

Vale lembrar que os vereadores da capital, na maioria dos casos, não têm de percorrer grandes distâncias fora de Belo Horizonte. Eventualmente acontece alguma viagem ou trajeto mais longo. Basicamente, o combustível é usado para participar de atividades nas bases eleitorais e no deslocamento até a Câmara, que fica no Bairro Santa Efigênia, na região leste da cidade. Entre os que mais gastaram está o vereador Moamed Rachid (PDT): foram R$ 17.980, apenas R$ 20 abaixo do teto máximo previsto para os seis primeiros meses do ano. “Eu uso o que a lei me permite. Outros políticos preferem gastar com aluguel de carros, selos ou correio. Eu acho melhor visitar as comunidades e atender a população”, afirmou. Segundo ele, são pelo menos sete veículos que são abastecidos, inclusive de assessores parlamentares.

Em segundo lugar na lista está a petista Neusinha Santos. Ela também justificou o gasto devido a atividade parlamentar. “Tenho um carro que consome muito e circulo a cidade inteira, inclusive na região metropolitana. Sou rigorosa com estes gastos.” Neusinha gastou R$ 17.883,92. Ela aproveitou para criticar a oposição em relação à origem da verba. “Isto foi criado na gestão do hoje senador Aécio Neves (PSDB) quando estava na Câmara dos Deputados. Com o efeito cascata, o benefício veio parar em Belo Horizonte.”

Na outra ponta da tabela, alguns parlamentares economizaram nos gastos. É o caso de Arnaldo Godoy (PT). Ele foi o que menos utilizou a verba com combustível, levando em consideração os números referentes aos seis primeiros meses do ano. Ao todo, foram R$ 4.284,22. “Cada mandato tem um perfil. Eu gasto apenas com o meu transporte. Não pago combustível para ninguém”, disse.

Entre os parlamentares, uma situação em especial chama a atenção. O vereador Autair Gomes não declarou nenhum gasto com gasolina neste ano. Segundo ele, o dinheiro foi investido de outra forma. “Eu não acompanho a declaração, que é feita por integrantes do gabinete. Pode até ser que tenha algum valor, mas normalmente tenho outras demandas dentro do mandato”, explicou.

Proposta de redução da verba é abandonada

A possibilidade de reduzir os valores da verba indenizatória foi cogitada no início deste ano, mas acabou abandonada na Câmara. Depois de muita negociação, o tema acabou caindo no esquecimento e não há uma perspectiva de que seja retomado.

A intenção do presidente da Casa, Léo Burguês (PSDB), era reduzir os valores totais de R$ 15 mil para R$ 12 mil. Com isso, vários itens teriam cortes. Entre eles o combustível. O valor atual permitido, de R$ 3 mil, cairia pela metade.

De acordo com os números apresentados, não foram só os atuais parlamentares que usufruíram do benefício neste ano. Ex-vereadores que já haviam sido eleitos para outros cargos na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados em 2010 gastaram quase R$ 15 mil com combustível somente em janeiro, mês de recesso parlamentar. Como assumiram o novo mandato somente em fevereiro deste ano, eles ainda eram considerados vereadores.

O gasto médio para cada um dos sete políticos ficou em R$ 2.123,19. Destes, seis – Paulo Lamac (PT), Luzia Ferreira (PPS), Anselmo José Domingos (PTC), João Vítor Xavier (PMN), Fred Costa (PHS) e Carlos Henrique (PRB) – se elegeram deputados estaduais e Luís Tibé (PTdoB) assumiu um mandato em Brasília, como deputado federal.

Com a saída deles em fevereiro, os novos vereadores em Belo Horizonte, Carlucio Gonçalves (PR), Heleno (PHS), Tarcísio Caixeta (PT), Sílvia Helena (PPS), Márcio Almeida (PRP), Joel Moreira Filho (PTC) e Toninho Pinheiro da Vila Pinho (PT do B) assumiram o mandato e apresentaram os gastos referentes ao período entre fevereiro e junho. E a média do valor gasto entre os novatos caiu para R$ 1.376, 53. No total nos últimos cinco meses eles gastaram R$ 48.178,89. O que mais aproveitou a verba para o combustível foi Carlucio Gonçalves. Ele utilizou R$ 10.974,50, de um teto máximo de R$ 15 mil. Quem menos gastou foi o vereador Heleno: R$ 4.793,29.

Promotoria quer mais detalhes dos gastos

Os gastos da verba indenizatória estão na mira do Ministério Público. O órgão quer acabar com o custeio das verbas com o dinheiro público, pelo menos da forma como ele é feito hoje. Foram feitas representações contra todos os 41 vereadores que ocuparam o cargo entre janeiro de 2009 e dezembro de 2010. Todos os parlamentares já foram notificados e agora preparam a defesa.

O MP questiona a necessidade do repasse. Para o promotor João Medeiros, é preciso que haja um detalhamento maior para cada caso. “A sistemática viola os princípios básicos. Temos de combater as distorções. A forma como funciona hoje não está correta”, afirmou. As declarações foram dadas quando Medeiros começou a distribuir as representações para os vereadores.

Os parlamentares são acusados de improbidade administrativa e de enriquecimento ilícito. Juntos, eles recebem a cada ano, R$ 7,3 milhões para os gastos extras, que são reembolsados pela Câmara. O Ministério Público pediu à Justiça que suspenda o repasse da verba e que o dinheiro seja devolvido aos cofres públicos.

Os vereadores, por sua vez, já começaram a colher material para justificar o uso da verba indenizatória. Vários deles estão atuando em grupo, ou seja, um mesmo advogado está cuidando de dar detalhes das contas.

Para esclarecer o problema, os vereadores estão tendo de mexer no bolso. O custo da defesa neste caso, pode chegar a R$10 mil por político. Nos bastidores da Casa, o clima é de confiança na absolvição dos parlamentares. Segundo os próprios vereadores, o MP já tentou entrar com a mesma ação em outras três ocasiões, mas acabou sendo derrotado na Justiça.