domingo, 6 de fevereiro de 2011

MG: Elelições 2010 - Votação por Partido/Coligação

Votação partido/coligação

Registros por página :
Partido / ColigaçãoVotos% (*)Q.E.Q.P.Cadeiras por Q.P.Vagas pela média
PSL/ PSDC/ PMN400.2123,87195.2472,0520
PV451.9494,37195.2472,3120
PHS/ PTC345.1953,34195.2471,7710
PSC223.2732,16195.2471,1410
PP/ PR/ PPS/ DEM/ PSDB4.465.79443,16195.24722,87223
PTN/ PRTB/ PRP/ PT do B322.2293,11195.2471,6510
PSTU8.5820,08195.2470,0400
PTB/ PSB472.9724,57195.2472,4220
PSOL36.2880,35195.2470,1900
PCB6.6320,06195.2470,0300
PRB/ PT/ PMDB/ PC do B3.185.63330,78195.24716,32161
PDT427.8644,13195.2472,1920
PCO1.4780,01195.2470,0100
  • (*)Percentual sobre os votos válidos para o cargo no estado
    Q.E.: Quociente Eleitoral
    Q.P.: Quociente Partidário
Registros por página :

Cadeiras por partido (gráfico)

Cadeiras : 25
0
3
6
8
11
14
17
19
22
25
28
PSL/PSDC/PMN
PV
PHS/PTC
PSC
PP/PR/PPS/DEM/PSDB
PTN/PRTB/PRP/PT do B
PSTU
PTB/PSB
PSOL
PCB
PRB/PT/PMDB/PC do B
PDT
PCO
Cadeiras por partido = Cadeiras por Q.P. + Vagas pela Média
Atualizado em 01/12/2010 - 19:30:35

2010 - Votação dos candidatos a Deputado Estadual - PDT/MG

ELEITOS:

8: 12312* SARGENTO RODRIGUES PDT 94.312 (0,91%)
19: 12300* GUSTAVO PERRELLA PDT 82.864 (0,80%)
30: 12212* ALENCAR DA SILVEIRA JR PDT 68.709 (0,66%)
54: 12612* TENENTE LUCIO PDT 49.248 (0,48%)
55: 12369* CARLOS PIMENTA PDT 49.133 (0,47%

2010 - Votação dos candidatos a Deputado Federal do PDT/MG

26  1290 * PDT 110.570 (1,08%)
49  1231  * ADEMIR CAMILO PDT 72.967 (0,71%)
61  1234    DR MÁRIO HERINGER  65.109 (0,63%)



65 1212    PDT 55.153 (0,54%)



103 1213    MURILO PDT  19.171. (0,19%)
105 1230
 ROGÉRIO FERNANDES  PDT  17.897 (0,17%)













Aécio quer R$ 500 mil de secretário nacional do PT

Senador mineiro diz que André Vargas “mente” ao ligá-lo a dossiê contra família do ex-governador José Serra


O senador Aécio Neves (PSDB) quer ser indenizado em R$ 500 mil pelo secretário nacional de Comunicação do PT, deputado federal André Vargas (PR), por danos morais. No ano passado, durante o clímax da campanha eleitoral, o petista acusou Aécio de ser o mentor de um suposto dossiê contra o ex-governador José Serra (PSDB-SP), candidato derrotado à Presidência da República.

No processo, os advogados de Aécio destacam as “declarações caluniosas” de André Vargas no Twitter (rede de microblog), feitas no dia 8 de setembro de 2010 contra o senador mineiro. Na mensagem, Vargas sustentou que quem produziu o dossiê contra Serra “foi o Aécio, com sua vontade de disputar a Presidência”.

O documento ressalta também três supostas acusações de André Vargas que atentariam contra a “dignidade e a honra” do ex-governador mineiro: crime de divulgação de segredo (ao afirmar que o tucano participou da quebra de sigilo fiscal da filha de Serra), crime de denun-ciação caluniosa (ao ressaltar que Aécio praticou ilícito e imputou o ato ao PT) e ato de infidelidade partidária (ao falar que o senador tucano, contrariando deliberações da convenção e interesses do PSDB, estaria prejudicando a imagem de Serra).

O suposto dossiê citado por Vargas investigou a filha de Serra, Verônica, e o marido dela, Alexandre Bourgeois. Empresas pertencentes à filha de Serra e a Verônica Dantas, irmã de Daniel Dantas, dono do Banco Opportunity, estariam envolvidas em lavagem de dinheiro, conforme o texto do documento.

O episódio do dossiê contra Serra provocou um rebuliço na campanha presidencial e atiçou os ânimos entre duas alas do PSDB: uma a favor de Serra e outra defensora de Aécio. Tanto Serra quanto Aécio tinham intenção de disputar a Presidência da República e o mineiro chegou a propor a realização de prévias para escolher o nome mais viável. No final de 2009, porém, Aécio retirou seu nome da disputa.

O processo tramita na 35ª Vara Cível de Belo Horizonte e aguarda decisão de juíza substituta Luzia Divina de Paula Peixoto desde o dia 1 de dezembro de 2010. André Vargas, com residência no Paraná, ainda não foi citado.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Mesorregiões do Estado

Policiais Militares e Civis se enfrentam em Contagem

Briga começou durante a prisão de sete suspeitos de participação no crime do sapatinho


Reprodução / Rede Record
Confronto
Policiais civis e militares se "estranham" e sacam armas durante uma ação da PC
Policiais civis e militares se enfrentaram nesta quarta-feira (2), em frente a uma oficina mecânica nas esquinas das ruas Japurá e Macapá, no Bairro Amazonas, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). A confusão começou às 19 horas, depois que sete suspeitos foram presos por agentes da Polícia Civil na Multipointer Oficina. Os suspeitos teriam participado de um sequestro, seguido de roubo, de um gerente do Santander em Betim.

Segundo testemunhas, os policiais civis chegaram ao local em carros descaracterizados e prenderam os suspeitos dentro da oficina. No momento em que os presos estavam sendo colocados nos veículos - um Astra azul e um Palio Weekend preto - uma viatura da Polícia Militar (PM) passou pelo local. Uma testemunha que estava dentro da oficina afirmou que no momento das prisões, um tenente da PM exigiu a identificação dos agentes, entre eles, um delegado.

Em seguida, os policiais se desentenderam e houve agressividade dos dois lados. Os três PMs e os sete civis envolvidos sacaram as armas e pediram reforços praticamente ao mesmo tempo. O tenente da PM foi imobilizado, agredido a socos e chutes e terminou a noite preso por desacato.

Durante o trajeto até Contagem, pela Avenida Amazonas, a reportagem do HOJE EM DIA contou 25 viaturas da Polícia Civil e cinco da Polícia Militar. Todas estavam com as sirenes ligadas e retornavam do local do confronto. No Bairro Amazonas, um micro-ônibus lotado de policiais militares deixava a cena da briga no momento em que a reportagem chegou ao local.

Também na quarta-feira (2), pela manhã, outro incidente parecido aconteceu no Bairro Tropical, em Contagem. Na ocasião, dois agentes da PC prenderam dois suspeitos de participação no mesmo crime, conhecido como golpe do sapatinho, e também foram parados pela PM. Porém, dessa vez, houve apenas uma discussão.

De acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindpol), Antônio Marcos Pereira, o fato demonstra o clima de tensão entre as duas polícias nas ações diárias. “Estamos sentados sobre um barril de pólvora. Um disparo neste incidente de hoje poderia tornar aquilo em uma carnificina. A integração entre as polícias só é real dentro dos gabinetes”, disparou.

O sindicato participa nesta quinta-feira (3), às 15 horas, de uma reunião entre os altos comandos das polícias Militar e Civil com o secretário de Defesa Social, Jaime Lélis, na Cidade Administrativa, para discutir o assunto. A assessoria de imprensa do Governo de Minas Gerais anunciou que as corregedorias das polícias vão investigar separadamente o que aconteceu.

Golpe do Sapatinho estava sendo investigado pela Polícia Civil

O crime que estava sendo investigado foi o golpe do sapatinho realizado contra a família de um gerente do banco Santander. O sequestro e o assalto tiveram início na noite dessa terça-feira (1º) quando o gerente da agência localizada no Bairro Tropical, em Betim, próximo à Refinaria Gabriel Passos, foi feito refém. Os bandidos abordaram o funcionário quando ele chegava em casa, no Bairro Castelo, região Nordeste de Belo Horizonte. A esposa da vítima também passou a noite sob a mira de armas e ameaças.

Por volta das 9 horas da manhã desta quarta-feira, os bandidos seguiram com o gerente rumo à agência. Após pegarem o dinheiro, cujo valor não foi divulgado, o funcionário do banco e a esposa foram liberados pelos bandidos às margens da BR-040, próximo à Ceasa. Eles foram deixados no local por volta da 10 horas da manhã.

Meia hora depois dois envolvidos no crime foram presos no carro do gerente, no Bairro Petrolândia, vizinho ao Tropical. Eles foram abordados pela equipe da Divisão de Operações Especiais (Deoesp). Com eles foram apreendidos três revólveres calibre 38 e R$ 53 mil em dinheiro. Os dois foram conduzidos ao Deoesp, no Bairro Gameleira, região Oeste da capital, onde confessaram a participação no crime.

De acordo com o delegado Islande Batista, chefe do Departamento de Investigações de Crimes Contra o Patrimônio, os nomes dos suspeitos e detalhes do crime não foram divulgados para não atrapalhar as investigações. Segundo o chefe do Deoesp, Márcio Nabak, a principal característica destas quadrilhas é a mudança no modo de operação.

“Cada golpe é diferente. Eles mudam para não serem identificados". Segundo Nabak, 80% dos crimes do sapatinho em 2010 foram desvendados e seus responsáveis presos.

Funcionários e gerentes de banco com acesso aos cofres das empresas são os principais alvos de quadrilhas que aplicam esse golpe. No ano passado, mais de 25 pessoas envolvidas em ações deste tipo foram presas. Entre elas, três homens suspeitos de terem participado do roubo a outra agência do Santander, no fim de 2010, em Santa Luzia, na Grande BH. Na ocasião, pelo menos R$ 260 mil foram levados.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Aécio pretende reunir oposição em torno de reformas

Aécio minimizou a crise que envolveu o ex-governador José Serra pelo comando da legenda e disse que o prazo para definição será maior


Em estratégia para se cacifar e reforçar seu papel de líder oposicionista, o senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) desembarcou nesta segunda-feira (31) no Congresso determinado a reunir os três partidos de oposição e os dissidentes do PMDB em torno de uma agenda de reformas que mobilize a sociedade de forma a constranger os governistas a apoiá-la. Antes, vai ter que cicatrizar o próprio PSDB. Apontado como incentivador da moção da bancada tucana na Câmara em favor da reeleição do agora deputado Sérgio Guerra (PE) à presidência do partido, Aécio minimizou a crise que envolveu o ex-governador José Serra pelo comando da legenda e disse que o prazo para definição será maio. "O grande ativo que temos é a unidade", disse.

A primeira investida será para ganhar o apoio dos prefeitos de todo o País em um projeto que impeça o governo federal de dar incentivos fiscais com a parcela dos impostos que, por lei, tem que ser repassada aos municípios. "Se a gente não qualificar a oposição, seremos massacrados", afirmou Aécio aos senadores tucanos, na primeira reunião de bancada convocada nesta segunda (31) à tarde pelo líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR). "Nesta minha volta ao Congresso, quero contribuir para que os grandes temas das grandes reformas não fiquem mais uma vez no armário, preteridos pela agenda do Executivo", completou.

O ex-governador de Minas vai abrir o entendimento com o PMDB através do ex-governador de Santa Catarina Luiz Henrique da Silveira, que também está de volta ao Congresso depois de oito anos à frente do Executivo estadual. Bastou um encontro casual no tapete azul que cobre corredores e salões do Senado para que os dois acertassem o primeiro contato. A ideia é fechar a lista de conversas, que também inclui os governadores tucanos e de oposição, nos próximos 30 dias. É a partir das sugestões colhidas nesses contatos que se pretende montar a agenda da oposição para o Brasil e levá-la a conhecimento da opinião pública na primeira quinzena de março.

"Quero chamar as lideranças municipalistas e montar com elas uma agenda federativa", antecipa Aécio, para quem, neste caso, o apoio dos prefeitos será a única forma de a oposição minoritária "se contrapor ao rolo compressor dos governistas", constrangendo os aliados do governo a aprovar os projetos da oposição.

Ele avalia que o interesse dos municípios em conter a generosidade do governo, que costuma fazer "bondades" com recursos de impostos compartilhados com prefeituras, é imenso, em função da situação financeira precária pela qual passa a maioria delas.

No caso específico de Minas Gerais, a contabilidade das prefeituras que não conseguiu pagar o 13º salário do funcionalismo soma 300 dos 853 municípios.

O mesmo raciocínio se aplica a outros projetos cogitados por Aécio, como o que proíbe o contingenciamento de verbas do Orçamento da União destinadas aos fundos Penitenciário e de Segurança Pública. Neste caso, mais do que o apoio dos governadores, o tucanato aposta que ganhará a sociedade civil.

Além da pressão pontual da opinião pública, o senador mineiro acredita que a oposição também terá a seu favor a disputa na base governista que é de difícil administração em função do tamanho, já que somam 14 os partidos aliados.

"Quando a base é muito ampla, sempre tem quem queira mostrar que as coisas não são tão fáceis assim. Vamos nos ajudar mutuamente", aposta Aécio.